Oi?

Enfim,
nu,
como vim.

Paulo Leminski

18 maio 2006

Até morrer

(para e pelo Flamengo, que é como a Palestina.)

A pele é preta
O sangue é vermelho
Quem tem estrela nos pés
veste a número dez

O amor é preto
A carne é vermelha
E vermelho é o sol
insistindo em se por

O craque é preto
Vermelha, a esperança
E o futebol é a dança
dançada apesar do chão

Um comentário:

Poeta Suburbano disse...

até morrer!
sempre seremos rubro-negros!
pois o sangue é vitoria
e a luta é nossa!
rumo a libertadores!